Introdução: Os bons, os maus e os sem graça

Os compradores de café dividem a produção mundial de café em três categorias muito amplas: produtos suaves, brasileiros e robustos.

Tanto os cultivares cultivados quanto os brasileiros vêm de árvores pertencentes à espécie botânica Coffea arabica. Arábica é a espécie que vendeu o mundo em café. Ainda cresce selvagem na Etiópia e foi cultivado em quantidades comerciais no Iêmen, no extremo sul da península Arábica. A Coffea arabica foi transportada ao redor do mundo por devotos viciados em café, assim como as uvas para vinho européias se espalharam para formar a base da indústria vinícola mundial.

As diferenças entre os cafés arábica que compõem as categorias branda e de alto crescimento são duas: a altitude crescente e a quantidade de cuidado na colheita e preparação. A arábica não tolera geadas, nem floresce em temperaturas extremamente altas. Isso significa que cresce melhor em certas regiões montanhosas e bem regadas dos trópicos. Os cafés arábicas leves crescidos são cultivados em altitudes acima de 2.000 pés acima do nível do mar, geralmente entre 4.000 e 6.000 pés. Eles são produzidos a partir de frutas que são colhidas apenas quando maduras e são preparadas com cuidado. O torrefador de café especializado responsável usa apenas os melhores cafés suaves e crescidos.





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O uso do termo Brasil para descrever o próximo grupo preferido de cafés é enganoso, uma vez que o Brasil também produz excelentes cafés suaves. Como termo comercial, no entanto, o Brasil refere-se a cafés de menor qualidade, cultivados em altitudes relativamente baixas, colhidos em massa e secos descuidadamente. A maioria desses cafés arábica produzidos em massa é cultivada no Brasil, mas alguns são produzidos na África Oriental e no Pacífico. Esses cafés, na pior das hipóteses, têm um sabor áspero, azedo ou fermentado, na melhor das hipóteses exibem um sabor neutro no meio da estrada, com um aroma achatado. A maioria das misturas enlatadas de supermercados decentes contém grandes proporções de cafés brasileiros ou similares, com acréscimos menores de produtos suaves de alto crescimento.

Muitas outras espécies de cafeeiro crescem selvagens na África e uma, Coffea canephora var. robusta, avançou para grande importância nos mercados mundiais. As principais vantagens da robusta, como é geralmente chamada pelos profissionais do café, são que ela resiste a doenças e cresce com sucesso em altitudes mais baixas que a Coffea arabica. O grão, no entanto, não possui a fragrância ou o sabor do melhor arábica, nem mesmo de um café decente da categoria brasileira, e, em geral, exige os preços mais baixos do mercado mundial.

Provando uma boa qualidade, o puro robusta é uma experiência estranha para os amantes de café. Parece marrom como café e pesa como café na língua, mas não tem sabor algum além de uma doçura vaga. Também contém 30 a 40% mais cafeína do que a Coffea arabica. O Robusta é usado como um componente nos cafés comerciais americanos mais baratos, especialmente nos cafés instantâneos.



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